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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Um pouco de morte

Prefiro meus verso versátil
do que sua escolha plausivel,aos olhos de quem te considera um nada
Prefilo me dilacerar de poesia
do que ter que encarar seus olhos enebriados pelas novas fugas
Você me pareceu tão perdida em sua rotina,em sua bebida,que mal tive tempo de beija-la
foi como o adeus ao que nunca morreu,dando fim a eternidade.
E eu fiquei extasiado,estagnado,na minha propria loucura de não te-la
No dia em que você cuspiu suas ultimas palavras diante minha solidão
conspurcou em mim a historia mais suja de suas invencões
Voce gosta de tudo que é sujo,voce é suja
voce manchou o futuro dos amantes
e fez do meu coracao um borrao sem distinção
prefiro meu poema
e todo bom poema,carrega em si um pouco de morte.

2 comentários:

Clara disse...

a morte da alma do eulírico seria o fim da eternidade?
gostei das influências do romantismo.

Bruna disse...

olha, ainda acho o vinicius de moraes um cara bem vivo.