quinta-feira, 12 de julho de 2007
Falta De Liberdade
Todas as minhas escolhas,sao baseadas na histeria,fecundadas em uma ingenuidade e que resultam uma ignorancia.Todos os meus sonhos sao reais demais para a sociedade,e o que é real para o mundo,é o meu maior segredo,camuflo o não saber,com rodeios,e a falta de alternativa,com a sorte,meu humor é veneno para meus devaneios,mas a cura para as minhas preocupacões,meu maior defeito é achar que tenho todos eles, e a minha maior qualidade é saber se enganar,e ingenuo é se enganar com o desconhecido,isso tambem é triste,mas só nao sou mais triste,por falta de liberdade.
domingo, 8 de julho de 2007
O começo
O começo
Eu não sei por qual motivo as pessoas começam a escrever,talvez tristeza,melancolia,ou apenas uma válvula de escape mesmo,mas eu comecei a escrever por amor as mulheres, mas não esse amor que todo garoto tem por uma menina,eu quase sempre acho que um cara nunca ama uma mulher de verdade,o ser mulher sabe?ele ama o corpo da mulher,mas ele não ama seus gestos,ele ama o que ela pode fazer com ele,mas não ama suas manias,enfim quando escrevi minha primeira poesia,rimando dor com amor,claro,por que todo poeta se assim pode dizer,tem que ter uma poesia rimando dor com amor,quando escrevi essa primeira,vi que os olhos da minha mãe brilharam e que ela se derreteu como manteiga,ao ver aquilo com um 11 anos de idade,percebi que seria uma boa maneira de conquistar as mulheres,e como fui sempre fui tímido,seria uma boa tática para derreter outros corações,daí não parei mais de escrever,lembro da minha primeira tentativa,fiz a poesia,coloquei muitas promessas,não qual acho que nunca poderia cumprir na época,como fugir com ela só nos dois.como assim eu tinha 12 anos,coloquei também que por ela eu era capaz de enfrentar o mundo,sendo que eu não era capaz nem de enfrentar o Fernando,que era o garoto mais forte da escola,e o mais alto,e como sempre fui baixo,preferia não encará-lo, então depois de ter escrito todo esse amor no papel,me levantei da minha carteira e deixei embaixo da dela,aonde se guarda o material,ela não estava sentada lá,estava ajudando a professora a passar a matéria,ta pensando o que?todos meus amores foram intelectuais.
continua..
Eu não sei por qual motivo as pessoas começam a escrever,talvez tristeza,melancolia,ou apenas uma válvula de escape mesmo,mas eu comecei a escrever por amor as mulheres, mas não esse amor que todo garoto tem por uma menina,eu quase sempre acho que um cara nunca ama uma mulher de verdade,o ser mulher sabe?ele ama o corpo da mulher,mas ele não ama seus gestos,ele ama o que ela pode fazer com ele,mas não ama suas manias,enfim quando escrevi minha primeira poesia,rimando dor com amor,claro,por que todo poeta se assim pode dizer,tem que ter uma poesia rimando dor com amor,quando escrevi essa primeira,vi que os olhos da minha mãe brilharam e que ela se derreteu como manteiga,ao ver aquilo com um 11 anos de idade,percebi que seria uma boa maneira de conquistar as mulheres,e como fui sempre fui tímido,seria uma boa tática para derreter outros corações,daí não parei mais de escrever,lembro da minha primeira tentativa,fiz a poesia,coloquei muitas promessas,não qual acho que nunca poderia cumprir na época,como fugir com ela só nos dois.como assim eu tinha 12 anos,coloquei também que por ela eu era capaz de enfrentar o mundo,sendo que eu não era capaz nem de enfrentar o Fernando,que era o garoto mais forte da escola,e o mais alto,e como sempre fui baixo,preferia não encará-lo, então depois de ter escrito todo esse amor no papel,me levantei da minha carteira e deixei embaixo da dela,aonde se guarda o material,ela não estava sentada lá,estava ajudando a professora a passar a matéria,ta pensando o que?todos meus amores foram intelectuais.
continua..
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Imaginário
Imaginário
Imaginário
Seu vocabulário em meu tom
Imaginário
Seu horário em minha espera
Hilário
Sua graça em meu humor
Dicionário
Suas palavras em minha boca
Vocabulário
Suas gírias em minha escrita
Horário
Suas espera em minhas linhas.
Relicário
Te adorar em segredo
Imaginário
Você em mim
Imaginário
Seu vocabulário em meu tom
Imaginário
Seu horário em minha espera
Hilário
Sua graça em meu humor
Dicionário
Suas palavras em minha boca
Vocabulário
Suas gírias em minha escrita
Horário
Suas espera em minhas linhas.
Relicário
Te adorar em segredo
Imaginário
Você em mim
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Setima arte e nao sete vidas.
Sabia da sua introspecção, sabia também do seu silencio, mas ainda não tinha percebido que isso tinha haver com sua paixão pela arte e pelo cinema, mas por trás da luz e câmera, não havia nem uma ação, às vezes também não havia nem luz, ma a ação não tinha mesmo, por trás da câmera, só uma vida parada, e quase nada interessante, mas não se preocupava com isso, e ate se orgulhava, um pouco, por que remetia a um personagem ao qual ele tanto se parecia e gostava que o copiasse entre gestos e choros, entre falas e fim. Sua vida era uma grande copia da Arte,algum livro empoeirado comprado em qualquer sebo,por não ter tantas historias,usava aquelas fabulosas do Peixe Grande,o amor mais belo que tinha vivido,viera do cinema,a frase mais bela que tinha escutado,de uma bela canção,e o mais belo sonho veio da cidade iluminada,ele respirava arte,mas transpirava vida. Via em cada canto, sua vida se espalhar, sem se dar conta, que faltava verdade.
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Seja Feita
Não quero rotular coisas, muito menos nomear sentimentos.
Que o meu viver, seja inominável, o que possa sentir seja desconhecido, desconhecido de todos os clichês já vividos, que o sabor que ainda tenha na boca, não seja fácil de colher, e que todas as mentiras sejam postas na mesa, para que com cada gole de bebida, ela seja ignorada e menosprezada pela culpa.
Que meu próximo lar, seja firme, e resistente às lembranças, quero resistir a todas elas, que a vida se renove a cada ato de impulso, para que eu não tenha mais a quem chorar.
Que o sofrer, não esteja ligado à perda, mas sim a gloria de chorar.
Mas também não quero ser indiferente à vida, mas ser diferente a dor, que todos os meus passos possam mostrar conhecimento, e que todas minhas palavras aprendizado.
Que meus dias não sejam tão vulneráveis aos seus sentimentos, e que a lucidez não esteja só em meus planos.
Por fim que eu não tenha só intenções, mas eu que seja feito de vontades e ações, que eu não seja feito só de sorriso, mas de algo que não possa prever.
Que o meu viver, seja inominável, o que possa sentir seja desconhecido, desconhecido de todos os clichês já vividos, que o sabor que ainda tenha na boca, não seja fácil de colher, e que todas as mentiras sejam postas na mesa, para que com cada gole de bebida, ela seja ignorada e menosprezada pela culpa.
Que meu próximo lar, seja firme, e resistente às lembranças, quero resistir a todas elas, que a vida se renove a cada ato de impulso, para que eu não tenha mais a quem chorar.
Que o sofrer, não esteja ligado à perda, mas sim a gloria de chorar.
Mas também não quero ser indiferente à vida, mas ser diferente a dor, que todos os meus passos possam mostrar conhecimento, e que todas minhas palavras aprendizado.
Que meus dias não sejam tão vulneráveis aos seus sentimentos, e que a lucidez não esteja só em meus planos.
Por fim que eu não tenha só intenções, mas eu que seja feito de vontades e ações, que eu não seja feito só de sorriso, mas de algo que não possa prever.
sábado, 2 de junho de 2007
Foges De Mim
Ela foge de todos os padrões de beleza, já estabelecidos, para se enquadrar no meu: simples e bela, meus sentimentos fogem de todas as cartilhas já feitas para o amor, e seus conselhos não são aqueles já conhecidos em livros de auto-ajuda,e claro os adjetivos que tinha a ela,fugia de todos os dicionários,fugia também dos conceitos que a julgavam perfeita,perfeita não era,mas era simples e bela,como já diria,mas o que mais me atormentava,é que também fugia de mim.
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Simbolismo
Hoje descobri que o meu penar, é simbólico demais para entender.
Que minhas superstições eram devastas desculpas para eu não enxergar o destino.
Que o acaso era metamorfose, sempre se transformando em novas paixões, e que o tempo não faria tanta diferença se realmente fosse amor.
Descobri que tenho náuseas de saudade, e que o que eu sempre achava que era felicidade, era apenas atenção. E que toda restrição e regras,são abastecidas pelo medo.
Que a rotina é pretensão da vaidade, embora a vaidade sempre seja traída pelo egoísmo.
Descobri que o que nos guia é apenas idéias ilusórias de que ficar parado seja pior
E que as risadas quase sempre são pra disfarçar algum rancor, causada pelas risadas dos outros. Só hoje descobri que tentar viver com alguém do lado,é admitir que somos mais só do que pensamos.Que não há instruções para ser sincero,e que toda essas bobeiras são ditas quando estamos todos inertes a carência.E estar inerte a carência é estar de braços abertos as condições impostas pelo amor,por pior que sejam.
Que minhas superstições eram devastas desculpas para eu não enxergar o destino.
Que o acaso era metamorfose, sempre se transformando em novas paixões, e que o tempo não faria tanta diferença se realmente fosse amor.
Descobri que tenho náuseas de saudade, e que o que eu sempre achava que era felicidade, era apenas atenção. E que toda restrição e regras,são abastecidas pelo medo.
Que a rotina é pretensão da vaidade, embora a vaidade sempre seja traída pelo egoísmo.
Descobri que o que nos guia é apenas idéias ilusórias de que ficar parado seja pior
E que as risadas quase sempre são pra disfarçar algum rancor, causada pelas risadas dos outros. Só hoje descobri que tentar viver com alguém do lado,é admitir que somos mais só do que pensamos.Que não há instruções para ser sincero,e que toda essas bobeiras são ditas quando estamos todos inertes a carência.E estar inerte a carência é estar de braços abertos as condições impostas pelo amor,por pior que sejam.
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