Páginas

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O destino de Marc

Sinto-me tão cansado quanto um cavalo prestes a morrer
Tão cansado, que o tormento já não arde e as árvores tropeçam em meu domínio
Da autônoma graça, a natureza perde suas veias
vou do heroísmo à impotência, enquanto sangra o retrato
Sou como uma flecha que incomoda o equilíbrio
Deus não acrescenta mais linhas sem antes tencionar a vida
Pode o homem ser maior que um raio?
Distorce a distancia da curva que é golpe
A indelicada travessura da nada gentil avenida
A destruição é velha, e só rejuvenesce a força

Nenhum comentário: