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domingo, 4 de setembro de 2011

O mal não sabe dançar

Ensurdecerei de moral
Antes que os males chegue aos meus ouvidos
No céu não há valsa
E o cético dita um passo pessimista
Não me espanta o vento, que pisa em teus pés. Nem a chuva que desalinha tua cintura
Da natureza que faz teus coretos, só o ritmo se torna dia
E em desarmonia o rei grita
É que o mal não sabe dançar
E o bem quase sempre desafina.

3 comentários:

Mariana disse...

No final, ninguém nunca seguiu o ritmo.

bruno dumont. disse...

eu achei assinadomarísticamente foda!!!

Nathane Dovale, disse...

eu sei, vem cá, vem!