O misterio da vida
adverte
fumar,nao te diverte.
domingo, 16 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Já pelas tabelas
Estou gastando todo meu ácido em cima de sua doçura,emulações nada confiáveis e promessas de fim de ano,tento zelar sua liberdade,mas acabo por me perder na metafísica das palavras,quanto maior o vocabulário maior o sentimento?tento minuciosamente definir cada pensamento,tentativa em vão,pois o que passa em minha cabeça esta longe de ser dizível,a dor nos sabemos,todos adornos nos entendemos,difícil entender são as palavras,que chantageiam um coração nobre.
Prenunciam inverdades,maldizendo o passado e prevendo um futuro sem mãos dadas.
Não devo,não pago meu passado,mas também não apago o que ocorre em meu coração,a áspera espera diagnostica em raiva,a saudade tratada como culpa,e todo meu amor,subvertido em ciúmes.
Prenunciam inverdades,maldizendo o passado e prevendo um futuro sem mãos dadas.
Não devo,não pago meu passado,mas também não apago o que ocorre em meu coração,a áspera espera diagnostica em raiva,a saudade tratada como culpa,e todo meu amor,subvertido em ciúmes.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Teatro Trágico
Anuncio o trágico infantil,blefando a vida,por não ter cartas na manga.Ameaço com palavras mendigas,que se libertam de todas as tentativas,alternativas distantes do acerto,me recorto e me perco na ilusão de ser ideal,drama que supre a falta de carinho,a falta de culpa,infantilidade que mima meu ego,vontades em confetes,depois que o carnaval já passou,vaidades subvertidas em abismos de desenhos animados,tudo para compor a imaturidade de um ser que não aprendeu a paz das palavras,e distorce o jogo,que precede as pazes de quem lhe quer bem.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Entorpecentes os sorrisos amarelos,que ao me ver enobrecem de falta. Prestígios diagnosticados como culpa,favores reprimidos em retribuição .Milhares de anseios,náuseas,e arrependimentos,me afrontam no pulsar da vida .A dificuldade de esperar o sentido,contradiz que o sentido esta na espera .Com suas mãos tão ásperas,em pude enxergar os meus defeitos,tão alinhados quanto meus caminhos tortos,faço da minha luta,apenas obrigação de quem veio para confrontar o mundo,idéias mirabolantes sobre abraços em arvores,poesias em planos seqüência e valorizar o amor,parecem coisas tão céticas,quanto os livros de auto ajuda,não quero o reconhecimento dos olhos que julgam as técnicas,mas que desperdiçam uma serie de sentimentos,prefiro morrer com poesia,do que vender o que não acredito.
sábado, 25 de outubro de 2008
Ditos
Metidos são meus olhos,submetidos ao seus,minha alma intrometida,tida como sua,tida como gêmea,se entrevem com a sua,extrovertido sãos nossos assuntos,invertidos em risadas,introvertidos são os medos que de tanto amor,nem se aproximam,malditos são os segundos,que a cada hora passam mais rápidos quanto estamos juntos,bendito é o amor quando nao dito em palavras.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Carta ao alienígena
Faz dias que o senhor se foi, e ainda sinto a sua falta.No começo as luzes nos olhos, os olhos no céu, o céu em ti e minhas meias jogadas no quintal, daquelas que riu o que posso chamar de uma noite inteira, e me recordo só agora de te perguntar como a chama, aquela que nos fez olhar os pontos brancos que aqui chamamos de estrelas.Ó senhor, não faz sentido se me deixas aqui tão triste. Os terráqueos que aqui andam sem olhar para os lados com o passo apertado igual ao coração, que bate sem sentir o calor que eu tentava transmitir, agora somem nesse vazio que chamo de saudade, não vejo pessoas, e converso só com as cartas amassadas no fundo do lixo. As nuvens estão pequenas agora, e eu consigo as ver.Isto é um apelo, volte para mim senhor, por favor.
(Marina Sefrian)
(Marina Sefrian)
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