O meu eterno, não é o da promessa.
Embora a eternidade seja cúmplice dela.
O meu eterno, não é o da lembrança.
Embora a lembrança de aval a eternidade.
O meu eterno não é o da posse, e muito menos da liberdade.
O meu eterno é o do sonho realizado.
domingo, 11 de novembro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Sobre a Figura de Linguagem
Pensar em você é pleonasmo.
Te ter é gradação
E te amar não é hipérbole.
Mas se não me quiseres, não me venha com eufemismos.
Te ter é gradação
E te amar não é hipérbole.
Mas se não me quiseres, não me venha com eufemismos.
domingo, 14 de outubro de 2007
O meu Amor
O meu amor é muito formal para improvisar
É educado, mas não desfila outras intenções.
É muito pragmático, por isso não ousa.
Aquilo que é de praxe, é sua maior lição.
Ele é cortês, se despede ao ir embora, mas quase sempre não avisa a hora.
É educado, mas não desfila outras intenções.
É muito pragmático, por isso não ousa.
Aquilo que é de praxe, é sua maior lição.
Ele é cortês, se despede ao ir embora, mas quase sempre não avisa a hora.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Alegria Vazia
Não questione minha inteligência, não subestime minha tristeza, e, por favor, não acompanhe o meu prazer,tem por si só vida,faz dela refugio,para o tédio,e sufoco para o limite,Tem por si só, corpo,não me venha pedir normalidade,e não arranque de mim o sabor que colhe da arte,é tão mais difícil ser,do que estar,por isso,seja vida,seja por si só,e não me enche com sua alegria vazia.
domingo, 23 de setembro de 2007
Tantos
De tantos “se” o sorriso ficou no “mas” E o Beijo ficou na incerteza De tantos “sim” e “não” a saudade ficou no tempo E o abraço ficou nas horas. As conversas ficaram nas duvidas A tristeza ficou no poxa De tantas manias,as risadas ficaram no mal entendido E a felicidade no pensamento De tantos “para” o toque ficou no vão A intenção no vazio,e minha palavra no silencio De Tanto passado, o presente simplesmente não ficou
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
A atriz
Atriz
Me ensina
A encenar
Meus desejos
Ancestrais
Suas falas
Anseio
Da platéia
Aceno
Sou apenas poeta
Sua obra não assino.
Me ensina
A encenar
Meus desejos
Ancestrais
Suas falas
Anseio
Da platéia
Aceno
Sou apenas poeta
Sua obra não assino.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Oi
O que fazer com tanta Clarice, com tanto Leminski, e com tanto Drummond?De que vale tantos livros?Pra que tanto Almodóvar, tanto Fellini, tanto Copolla, pra que tantos filmes?Saber quem pintou “os amantes” quem esculpiu a rosa, e quem deu vida ao grito?Se aqueles prédios são do Oscar, ou se aquela musica é Do Chico?Para que tanta cultura?Tanta informação?Se ao te ver eu só consigo te dar um Oi.
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