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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A essência é uma droga

Me redescubro na sua fantasia
o segredo de suas mãos vazias
aperfeiçoa o instinto cético
meu momento ingrato é ferido
o egoismo que nasce em meus cabelos
minha testa tem o fogo da inocencia
eu cultivo a confusão
meu deleite são os meus deleterios
a vertigem coexiste com a calma
o caos infiel em que me enfiei
sobrecarregado de dúvidas
o chão é a vista para a o mar
aonde eu escapo da felicidade
me enterrem em meu erro
incertezas me limitam
os olhos deturpam aquilo que o coração sente
a minha metamorfose é inanimada
moro em um prédio mas não conheco ninguém
nem o porteiro sabe meu nome
essência descartavel
epseidades denecessárias
sou o que veio a terra
mas preferia ficar no inferno
sou o que enfurece o conservadorismo
não pertenço a nenhuma geração
a essa geração calada
a minha revolução eu faço com minha erva
e minha cabeça eu faço com um tiro.

Um comentário:

Eu sou você, ué? disse...

Escrevendo bem, como sempre né muleque!
é nóis...
me diga ae, não quer trocar um exemplar do seu livro, por um do meu?

Se sim me made um email: fagundes.daniel@gmail.com