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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Corrompendo-me através da solidão
Correspondendo-me com a má sorte
Escárnio ecoando em minha alma
Carrasco do tempo que não passa
Escarrada a perfeição sem sentido
Escarcéu das derrotas em vida
Carrossel de duvidas
Corro em direção à correnteza
Carrego em mim o córrego do pessimismo
Corrosivo o silencio que me mata
A carniça sempre repugnante.

3 comentários:

Bruna disse...

se o silencio te mata, porque você insiste em viver nele?

Karla Sanchez disse...

eu fico feliz assim, quando você me lê sem querer...

Suhelen disse...

uma das coisas mais lindas que li recentemente.