- Se eu me concentro,eu consigo movimentar coisas com a mente
- Isso é incrível
- Ah,eu também consigo manipular o ritmo das coisas com a mente
- Isso também é incrível
- E você,consegue fazer alguma coisa especial com a mente?
- A coisa mais especial que consigo fazer com minha mente,é pensar em você.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Leveza e Avesso
Sua culpa é batizada
o que mora em mim ,não está comigo
minhas pernas mentem
meus olhos sentem
sentem toda poeira de seus olhos
puxa de dentro de mim minha voz
resgata o som de minha consciencia
só sou submisso em minha educação
Corpos são só troncos,pontes frágeis para a sabedoria
Aonde eu moro,até as nuvens tem pele
A minha mente hoje me segue
e para,em qualquer poça de indecisão
O céu é o avesso da terra
Meus anjos são dragões invisiveis
Tudo é leveza e avesso
Tudo é sal e aspero
Teu salto elegante
encontra na minha força o amor
traido pela queda
cada pedaço de mim suspenso no crime
Tudo é salto e queda
amor e desconforto
Que seja o que vier
que o que vier seja meu.
o que mora em mim ,não está comigo
minhas pernas mentem
meus olhos sentem
sentem toda poeira de seus olhos
puxa de dentro de mim minha voz
resgata o som de minha consciencia
só sou submisso em minha educação
Corpos são só troncos,pontes frágeis para a sabedoria
Aonde eu moro,até as nuvens tem pele
A minha mente hoje me segue
e para,em qualquer poça de indecisão
O céu é o avesso da terra
Meus anjos são dragões invisiveis
Tudo é leveza e avesso
Tudo é sal e aspero
Teu salto elegante
encontra na minha força o amor
traido pela queda
cada pedaço de mim suspenso no crime
Tudo é salto e queda
amor e desconforto
Que seja o que vier
que o que vier seja meu.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Alvoroço
Ainda sou moço
pra tanto alvoroço
se alma é desenho
eu só tenho o esboço
se a felidade é comprada
eu peço reembolso
e se o amor é um jogo
eu só jogo amistoso.
pra tanto alvoroço
se alma é desenho
eu só tenho o esboço
se a felidade é comprada
eu peço reembolso
e se o amor é um jogo
eu só jogo amistoso.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Intimidade
Não há intimidade entre acertos
Tudo que salta não volta
Todo coração solto é perdido
Não há intimidade entre erros
O que não volta não muda
O que não vai não me transforma
a coincidencia torna as coisas eternas.
Tudo que salta não volta
Todo coração solto é perdido
Não há intimidade entre erros
O que não volta não muda
O que não vai não me transforma
a coincidencia torna as coisas eternas.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Vivo
Tanto desanimo é desumano
toda felicidade em desuso
acaba me desnutrindo
intruso despreparo do medo
a destruição vem da distração
sem instrução de uso
a tração da tristeza é a traição dos meus pensamentos
tudo é deserto quando não se tem direção
detento de mais um sonho entre os dentes
presa frágil dos desavisados
Zomba de mim a sombra do descaso
enquanto o sol permanece em descanso
minha natureza desnaturada
amamentada por desilusão
Desato de todos os desatentos
atentado terrorista em meu peito
terra vista em meu leito
diga a morte que eu fico
VIVO.
toda felicidade em desuso
acaba me desnutrindo
intruso despreparo do medo
a destruição vem da distração
sem instrução de uso
a tração da tristeza é a traição dos meus pensamentos
tudo é deserto quando não se tem direção
detento de mais um sonho entre os dentes
presa frágil dos desavisados
Zomba de mim a sombra do descaso
enquanto o sol permanece em descanso
minha natureza desnaturada
amamentada por desilusão
Desato de todos os desatentos
atentado terrorista em meu peito
terra vista em meu leito
diga a morte que eu fico
VIVO.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Ode ao Brasil
A minha língua é um canteiro de obras
Meu peito sempre em reforma
Da leve arquitetura
Seus abraços elevam
O troféu de açúcar e sal
Transfiguram na matéria prima
A rima do açude
A jangada urbana
Pesca pedras em regras gramaticais
No asfalto que é peixeira
até o verde já foi pisado
Como sangue de Antonio Conselheiro
a sujeira exilada
Louvo o teu cordel
Tua velhice me ensinou a escrever
Em seu trem,nem só de cafécompão cafécompão cafécompão viverá o poeta
O amor sobrevive a sertões
Não há seca na palavra
Ordem e progresso como bússola
Em uma tarde em Triunfo
Da navalha surgirá o País
Do trabalho escravo dos livros
Que se acorrenta nas arvores
Passaportes em fronteiras
A minha palavra corre fronteiras
Disseminando em teus rios
Não há memória sem luta
Como não há luto sem morte
Canto teus passarinhos
Na ditadura e na copa
As tuas favelas
Até o céu conhece
Em teu Cristo que sobe os morros todos os dias.
Meu peito sempre em reforma
Da leve arquitetura
Seus abraços elevam
O troféu de açúcar e sal
Transfiguram na matéria prima
A rima do açude
A jangada urbana
Pesca pedras em regras gramaticais
No asfalto que é peixeira
até o verde já foi pisado
Como sangue de Antonio Conselheiro
a sujeira exilada
Louvo o teu cordel
Tua velhice me ensinou a escrever
Em seu trem,nem só de cafécompão cafécompão cafécompão viverá o poeta
O amor sobrevive a sertões
Não há seca na palavra
Ordem e progresso como bússola
Em uma tarde em Triunfo
Da navalha surgirá o País
Do trabalho escravo dos livros
Que se acorrenta nas arvores
Passaportes em fronteiras
A minha palavra corre fronteiras
Disseminando em teus rios
Não há memória sem luta
Como não há luto sem morte
Canto teus passarinhos
Na ditadura e na copa
As tuas favelas
Até o céu conhece
Em teu Cristo que sobe os morros todos os dias.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Nouvelle
A sua palavra me desafoga do tempo
Derrete o piano em tuas mãos pequenas
Enquanto abandono meu cigarro por imprudência
Verniz do meu peito que descarrega lembranças
O herói se distancia por insegurança
A borboleta do seu cabelo não voa mais em meu retrato
Domado por uma dama
O herói não sabe rezar
Fagulhas queimam minha boca
Figuram um quadro sem moldura
A vida é mais que nouvelle vague
Quando eu correr,você vai me olhar
Com meu revolver incompreendido
Teu beijo é a biografia da minha vida
Descreve o preceder do salto
Em sonhos a beira do abismo
Derrete o piano em tuas mãos pequenas
Enquanto abandono meu cigarro por imprudência
Verniz do meu peito que descarrega lembranças
O herói se distancia por insegurança
A borboleta do seu cabelo não voa mais em meu retrato
Domado por uma dama
O herói não sabe rezar
Fagulhas queimam minha boca
Figuram um quadro sem moldura
A vida é mais que nouvelle vague
Quando eu correr,você vai me olhar
Com meu revolver incompreendido
Teu beijo é a biografia da minha vida
Descreve o preceder do salto
Em sonhos a beira do abismo
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