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sexta-feira, 3 de abril de 2009

A áspera espera do reinado
A insegurança se hospeda em mim
Hostil lembrança de uma derrota
Derradeira vontade de ser humano
Gentileza distingue o amor
E a cumplicidade atravessa minhas noites
Rasteio sobre minhas promessas
E hasteio minha coragem
Fico só, durante meses
A minha retórica é a do silencio
A minha hóstia embrulhada em esperança
A raspa de um fruto
E toda fé, resiste ao mito da felicidade.

3 comentários:

Marina disse...

ai como é lindo isso, voce é genial chu! alem do mais, voce me abriu pra ver o que tinha aqui dentro de mim antes de escrever isso né? ando me identificando muito com suas poesias!

Anônimo disse...

Nossa muito bom cara! fica com Deus!

Marina disse...

"e eu estou aqui para te ouvir
sera um prazer te ler
eu te amo mais que tudo
beijos mor"

foi o primeiro comentário que tu deixou no meu blog, e que agora eu retribuo com o mesmo amor e apoio!