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domingo, 21 de dezembro de 2008

Básico.

Quantos eu, há de morrer para que minha fala ofegante se sobressaia em minhas inverdades? Se eu me calo, é por orgulho, se eu te amo, é por valentia.
Tenebrismo súdito enforca o tempo, que se distrai nas curvas da vida.
Céu dadaísta se descontrola, se descontrai. Todas as formas são sonhos, e todos os sonhos são lícitos. Tente me fazer só, e fará do destino, pecado. Ó minha amada imortal, é única para mim, e sempre será única, entre todos os desafores e desfavores.
Quem fará os caminhos da vida, se não os pertinentes batimentos cardíacos?
Há mais discrepâncias na sorte, do que maldizer no acaso, há quem conta com o destino, desatino desinforme do querer. Sou o que te escolhi, sou o que invade a distancia e faço das horas, imaginários diálogos com seu corpo. Protesto o pretexto do desamor, que submerge uma vida de defeitos, loucos são os infelizes, insatisfeitos em colisão, com suas premissas dissonantes que diluem o dom em vodka ou em qualquer bebida alcoólica. Varias vezes me topei com a morte, jogos de inteligência, que propõem coragem. Fiz de tudo, até pensei em mim, mas quando pensei em nós, nenhum pecado morou ao nosso lado. A preguiça é culpa do costume, rotina da retina grudadas no senso comum. Acostumados são discípulos de mortos vivos, os que se limitam, não criam, os que criam, sonham.
Não quero a vida regrada, mas sim a regada à fantasia. Hoje faço minha parte, não morro, não minto e não me basto. Quem se basta, não vê o futuro, não conhece a ardência dos outros. Eu não me basto,eu me recrio,reinvento o amor, a vida, o sol, só não a solução. A solução não esta na separação das visões antagônicas, mas sim, na dedicação dos que amam o que fazem. Amo ser eu, mas amo muito mais ser teu. Finjo, crio, me calo, e quando vejo, já não estou chorando. Quem crê em Deus esta livre quem crê no amor esta livre. Livre;o desejo maior,dos predestinados a sonhar.

Um comentário:

Marina disse...

o melhoooooooooooooor (L)