Despediu e me despiu de toda alegria
Despediu e pediu para que eu não chorasse um dia.
Pedidos perdidos em tristeza
Perdidos são sonhos postos em mesas.
Desfaz o conto
Conto os dias mágicos
Conto de fatos
Da alegria ao trágico
E quase como regra
No final o amor se quebra
Rasgaram o fim
E assim, viveram esperançosos para sempre.
A longa distancia
Entre idealizar o amor
E o amor ser a idéia de uma vida
A verdade
Entre ser um amor
Ou ser a saudade
De um outro alguém
Desfaz meu mundo
Condena o mágico
Faz de conta
Que o amor é trágico.
quarta-feira, 26 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Impar
Eu não estou a par
Mas também não estou em par
Nem de seu sorriso impar
Nem das suas palavras de paz
Em parte
Dá-se por ser impartível
Seu gesto
Com minhas intenções
Em par com ti
Impar da solidão
A par do amor
Impar da loucura
Par
Impar
Impar
Par
Em par com as palavras.
Mas também não estou em par
Nem de seu sorriso impar
Nem das suas palavras de paz
Em parte
Dá-se por ser impartível
Seu gesto
Com minhas intenções
Em par com ti
Impar da solidão
A par do amor
Impar da loucura
Par
Impar
Impar
Par
Em par com as palavras.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Navegar é preciso
Rimei
E remei
Divaguei e naveguei
Maresia e poesia
Males e mares
Dobrei palavras
Dobrei mar
E acabei á margem da precisão.
E remei
Divaguei e naveguei
Maresia e poesia
Males e mares
Dobrei palavras
Dobrei mar
E acabei á margem da precisão.
domingo, 2 de março de 2008
Universo
O universo em versos
Uni verso com amor
Universo de amor
Inverso a tristeza
Em verso sorrisos
Se és meu universo
com verso com Deus.
Se és meu universo
Es inverso a solidão
Se és meu universo
É em verso que vou te amar.
Uni verso com amor
Universo de amor
Inverso a tristeza
Em verso sorrisos
Se és meu universo
com verso com Deus.
Se és meu universo
Es inverso a solidão
Se és meu universo
É em verso que vou te amar.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Éden
Não,Não faça Grama
Não se entregue por Mangueira
Mesmo que esteja sol
Sem o regador
Sem os sete senões
Enfim,Jardim
Não de bola
E seja o que flor.
Não se entregue por Mangueira
Mesmo que esteja sol
Sem o regador
Sem os sete senões
Enfim,Jardim
Não de bola
E seja o que flor.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Chuva
Gosto do som da chuva,que se curva a minha melancolia,e avisa que que Deus esta observando o meu egoismo.
A minha viagem sem volta,nas palavras que salgam a minha boca,um prazer que me atinge como a genialidade do improviso.
Compreendo o mundo,não há tanto mistério na libertação dos poetas loucos que garantem que a vida nao passa de invenção,e não há tanto tédio,nas horas de um dia cinza,que garantem que a morte nao passa de um erro.
Descarto a filosofia dos que fingem inteligencia,mas que sentem como matemáticos.
É previsivel a falta de sabor,quando a ciencia dos frutos,se torna cansativa demais,e quando só temos o nectar puro,em suas definicoes insipidas.
A ciencia devia se guardar,quando o que se é discutido é a tão remota essencia do sentir,quando o que se é sagrado.já está na cruz,todo o seu calculismo de nada vale ser pregado.
Ignoro assim as refeicões que é estuda em quadros e satirizadas em middia,mas glorifico o farelo de um simples alimento.
Não Invejo o persuadir dos que temem a arte,tão pouco os seus discipulos bitolados,os admiro de longe,com uma fascismo sarcastico e desnecessário.
E aqueles que nunca leram um poema,que fique na primeira pedra,pois há muitas no caminho.
É preciso muito mais contradicao em seu conteudo indiferente a emoção,é preciso chorar,se arrepiar e tremar as pernas,assim que a arte nao for politizada.
Só a arte,se explica por si só,só ela é rainha de si,e eu sou só um sudito a ela,nada mais.
As faixadas e faxinas,em um teatro,que se encena o que luxo e o lixo,nesse momento há algo de imprestavel na humanidade,e nao falo da demagogia dos hippies,falo das inverdades,e das sinceridades que conflitam,entre o ego e a latrina.
Presencio o incalculavel,a ciencia exata da humanidade,e ignoro todos os percentuais e numeros,que querem a medida do amor e de outras tantas abstracoes pintadas a dedo.Eu nao quero a ciencia exata,nem o dicionario das verdades absolutas,quero é a liberdade dos loucos e a indisciplina dos genios bem amados,quero a surrealidade dos ceus,e a indiscutivel poesia do ex-estranho.Para que assim,possa envelhecer em sua boca,perder os sentidos em seus sentidos,e ser eterno em voce,meu primeiro e único amor.
Nao quero colocar fogo nos livros,que nos tornam egoistas,e nem carregar o mundo em paginas amarelas,quero carrega-lo na ponta da minha lingua,nao para o mundo me apludir,e nem para chuva se curvar,mas simplesmente para navegar.
É preciso coragem dos deuses,e a perseverança dos homens,é preciso a fe sem a pejoração a que lhe é atribuida.
O mundo precisa de mais afago e menos anologia,de mais paixão e menos metáfora.
Mais uma vez,nao falo da demagogia dos hippies,mas sim dos farelos enquadrados na cozinha.
Me impressiona a falta de romantismo,entre os incredulos pensamentos e lembrancas depositadas em ouvidos,que julgam vida,e ignoram a falta de alibido presente em seu semalhante.
A intimidade do meu caminho é impropria para as vielas do mundo,que só encontram mão,nas suas ruas de farol verde.
Estão se desencantando do mundo,e caindo em diflamação,sem a leviedade da santidade pura.
Estão se esquecendo das pequenas coisas,alinhadas em pequenos trechos,na nova tecnologia.
Não basta saber um poema de cor,há o poema por si,há voce no poema,mas tambem há o poema em voce.
A doutrina que reje o mundo,escondida na arte mais bela.
Economicos de verdade,são aqueles que economizam nas palavras e deixam o coração falar.
As poucas habilidades,em um mundo futil,me deixam sem palavras,a seculos procuro traducoes para os sentimentos,mas acabo por me redimir em uma coisa que nunca perde a tradução para mim,o sentir,e esqueço que fui eu mesmo que pedir o inominavel do viver.
É a vaidade da admiração que investiga o silencio da perda da atencao,que estende entre o caminho o tapete vermelho da falsa modestia.
Você percebe os riscos do tempo,quando se ve no papite da vida.
E onde ficam os sonhos?são só placebo de planos?só uma perfomarce careta televisiva?Ou só a fala baixinha de um existencialista
Os milagres que eram legenda de um drama antigo,hoje recheiam a agenda de uma vida sem peliculas.
Tudo é afirmado,confirmado,ate o conformismo,das palavras que nao encontram razão.
A minha viagem sem volta,nas palavras que salgam a minha boca,um prazer que me atinge como a genialidade do improviso.
Compreendo o mundo,não há tanto mistério na libertação dos poetas loucos que garantem que a vida nao passa de invenção,e não há tanto tédio,nas horas de um dia cinza,que garantem que a morte nao passa de um erro.
Descarto a filosofia dos que fingem inteligencia,mas que sentem como matemáticos.
É previsivel a falta de sabor,quando a ciencia dos frutos,se torna cansativa demais,e quando só temos o nectar puro,em suas definicoes insipidas.
A ciencia devia se guardar,quando o que se é discutido é a tão remota essencia do sentir,quando o que se é sagrado.já está na cruz,todo o seu calculismo de nada vale ser pregado.
Ignoro assim as refeicões que é estuda em quadros e satirizadas em middia,mas glorifico o farelo de um simples alimento.
Não Invejo o persuadir dos que temem a arte,tão pouco os seus discipulos bitolados,os admiro de longe,com uma fascismo sarcastico e desnecessário.
E aqueles que nunca leram um poema,que fique na primeira pedra,pois há muitas no caminho.
É preciso muito mais contradicao em seu conteudo indiferente a emoção,é preciso chorar,se arrepiar e tremar as pernas,assim que a arte nao for politizada.
Só a arte,se explica por si só,só ela é rainha de si,e eu sou só um sudito a ela,nada mais.
As faixadas e faxinas,em um teatro,que se encena o que luxo e o lixo,nesse momento há algo de imprestavel na humanidade,e nao falo da demagogia dos hippies,falo das inverdades,e das sinceridades que conflitam,entre o ego e a latrina.
Presencio o incalculavel,a ciencia exata da humanidade,e ignoro todos os percentuais e numeros,que querem a medida do amor e de outras tantas abstracoes pintadas a dedo.Eu nao quero a ciencia exata,nem o dicionario das verdades absolutas,quero é a liberdade dos loucos e a indisciplina dos genios bem amados,quero a surrealidade dos ceus,e a indiscutivel poesia do ex-estranho.Para que assim,possa envelhecer em sua boca,perder os sentidos em seus sentidos,e ser eterno em voce,meu primeiro e único amor.
Nao quero colocar fogo nos livros,que nos tornam egoistas,e nem carregar o mundo em paginas amarelas,quero carrega-lo na ponta da minha lingua,nao para o mundo me apludir,e nem para chuva se curvar,mas simplesmente para navegar.
É preciso coragem dos deuses,e a perseverança dos homens,é preciso a fe sem a pejoração a que lhe é atribuida.
O mundo precisa de mais afago e menos anologia,de mais paixão e menos metáfora.
Mais uma vez,nao falo da demagogia dos hippies,mas sim dos farelos enquadrados na cozinha.
Me impressiona a falta de romantismo,entre os incredulos pensamentos e lembrancas depositadas em ouvidos,que julgam vida,e ignoram a falta de alibido presente em seu semalhante.
A intimidade do meu caminho é impropria para as vielas do mundo,que só encontram mão,nas suas ruas de farol verde.
Estão se desencantando do mundo,e caindo em diflamação,sem a leviedade da santidade pura.
Estão se esquecendo das pequenas coisas,alinhadas em pequenos trechos,na nova tecnologia.
Não basta saber um poema de cor,há o poema por si,há voce no poema,mas tambem há o poema em voce.
A doutrina que reje o mundo,escondida na arte mais bela.
Economicos de verdade,são aqueles que economizam nas palavras e deixam o coração falar.
As poucas habilidades,em um mundo futil,me deixam sem palavras,a seculos procuro traducoes para os sentimentos,mas acabo por me redimir em uma coisa que nunca perde a tradução para mim,o sentir,e esqueço que fui eu mesmo que pedir o inominavel do viver.
É a vaidade da admiração que investiga o silencio da perda da atencao,que estende entre o caminho o tapete vermelho da falsa modestia.
Você percebe os riscos do tempo,quando se ve no papite da vida.
E onde ficam os sonhos?são só placebo de planos?só uma perfomarce careta televisiva?Ou só a fala baixinha de um existencialista
Os milagres que eram legenda de um drama antigo,hoje recheiam a agenda de uma vida sem peliculas.
Tudo é afirmado,confirmado,ate o conformismo,das palavras que nao encontram razão.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Se escondeu
Sabe aquele medo, quando você se deita. E pensa que aquela sombra da blusa é um monstro enorme? E de tanto medo nem dorme? Pois,é, é o que eu sinto,talvez os medos mudem ao passar dos anos,mas o fato de confundirmos a blusa com o monstro, não. Talvez seja só a minha imaginação. Talvez continue sendo a blusa,mas e coragem de ascender à luz e verificar? E a as vezes que eu ascendi a luz, eu tenho quase certeza que ele se escondeu no armário
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