Incorporo seu amor
no corpo
e nos poros.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Rima Sarcastica
Sua beleza estética
Seu coração estático
Seu olhar ético
Sua palavra emblemática
Seu amor aritmético
Seu assunto temático
Sua musica ártica
Sua paixão matemática
Minha rima sárcastica
Seu coração estático
Seu olhar ético
Sua palavra emblemática
Seu amor aritmético
Seu assunto temático
Sua musica ártica
Sua paixão matemática
Minha rima sárcastica
sábado, 19 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
No inicio
Um desejo feito a lápis
Uma promessa feito a mar
O amor feito a fogo
E a eternidade feita à luz.
Uma promessa feito a mar
O amor feito a fogo
E a eternidade feita à luz.
domingo, 6 de janeiro de 2008
Uma boa pessoa
O adjetivo boa, seguido com o substantivo pessoa, forma a frase padrão, para definir o que sou,seja ela dita com desdém,ou não,dita de forme eufêmica,ou ate mesmo dita,por falta de opções,entre uma escassez de qualidades.
Também já escutei,o pessoa boa,é indiferente a ordem,ela nesse caso,não altera o resultado apático.
Não que estar enquadrado,no grupo das boas pessoas,é ruim,pelo contrario,cabem a nos,as boas pessoas do mundo,o emprego de “pessoas que vão para o céu”,cabem a nos também o emprego dos respeitadores de lei,e de bons filhos,percebe-se?Muita coisa depende da gente,mas,em contrapartida,e o retomando a idéia inicial do texto,o termo “boa pessoa” geralmente é usado para designar,um ser sem muitas qualidades,e é que eu quero chegar,e é por isso que eu sempre tive um pé atrás com ele,e por isso também que não é muito do meu agrado.
Quem nunca ouviu uma conversa,em que as pessoas falavam de um fulano,ate uma das duas indagaram,ah,mas ele não é tão inteligente,ou ele não é tão bonito,ai a outra em uma quase necessidade leviana,responde –Ah,mas ele é uma boa pessoa.
Outro exemplo,alias,um clássico exemplo,é do ser incompreendido pela sociedade,uma sociedade que pede cada vez mais comunicação,aquele ser quieto e tímido,não tem lá muita facilidade de expor suas qualidades,resta o que a ele?carregar a grande cruz do “boa pessoa”
O boa pessoa,ou pessoa boa,geralmente é altruísta,e faz dos seus atos,alicerces para serem taxados de idiotas ou bobos,prestativos por natureza,são alvos certeiros dos espertos e seus vários comparsas,eles ate acabam,relutando por um pedido a mais,mas no final acabam o fazendo,se não,não seriam “boas pessoas” não é mesmo?
Um outro caso muito conhecido,é o boa pessoa,que já nasceu com esse karma,ele pode ter todos os defeitos do mundo,pode comer grandes erros,mas seus cúmplices ou ate mesmos os suspeitos sempre vão dar um jeito de revelar toda e qualquer traquinagem,dizendo que ele teve boa intenção no que fez,e que apesar de tudo,ele é uma boa pessoa,confesso que eu já usei desses atributos,para me safar as vezes,pois nem a boa pessoa é de ferro,convenhamos.
Então da próxima vez,pense bem,em falar que uma pessoa,é uma boa pessoa,ela pode ter mais qualidades que deseja escutar,pode ser incompreendida,ou ate mesmo pode ser um falsário,se passando por uma.
Também já escutei,o pessoa boa,é indiferente a ordem,ela nesse caso,não altera o resultado apático.
Não que estar enquadrado,no grupo das boas pessoas,é ruim,pelo contrario,cabem a nos,as boas pessoas do mundo,o emprego de “pessoas que vão para o céu”,cabem a nos também o emprego dos respeitadores de lei,e de bons filhos,percebe-se?Muita coisa depende da gente,mas,em contrapartida,e o retomando a idéia inicial do texto,o termo “boa pessoa” geralmente é usado para designar,um ser sem muitas qualidades,e é que eu quero chegar,e é por isso que eu sempre tive um pé atrás com ele,e por isso também que não é muito do meu agrado.
Quem nunca ouviu uma conversa,em que as pessoas falavam de um fulano,ate uma das duas indagaram,ah,mas ele não é tão inteligente,ou ele não é tão bonito,ai a outra em uma quase necessidade leviana,responde –Ah,mas ele é uma boa pessoa.
Outro exemplo,alias,um clássico exemplo,é do ser incompreendido pela sociedade,uma sociedade que pede cada vez mais comunicação,aquele ser quieto e tímido,não tem lá muita facilidade de expor suas qualidades,resta o que a ele?carregar a grande cruz do “boa pessoa”
O boa pessoa,ou pessoa boa,geralmente é altruísta,e faz dos seus atos,alicerces para serem taxados de idiotas ou bobos,prestativos por natureza,são alvos certeiros dos espertos e seus vários comparsas,eles ate acabam,relutando por um pedido a mais,mas no final acabam o fazendo,se não,não seriam “boas pessoas” não é mesmo?
Um outro caso muito conhecido,é o boa pessoa,que já nasceu com esse karma,ele pode ter todos os defeitos do mundo,pode comer grandes erros,mas seus cúmplices ou ate mesmos os suspeitos sempre vão dar um jeito de revelar toda e qualquer traquinagem,dizendo que ele teve boa intenção no que fez,e que apesar de tudo,ele é uma boa pessoa,confesso que eu já usei desses atributos,para me safar as vezes,pois nem a boa pessoa é de ferro,convenhamos.
Então da próxima vez,pense bem,em falar que uma pessoa,é uma boa pessoa,ela pode ter mais qualidades que deseja escutar,pode ser incompreendida,ou ate mesmo pode ser um falsário,se passando por uma.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Lar,não tão doce,mas lar.
Eu não os culpo, a minha volta, giravam algumas palavras de amor, derretia do céu, algumas promessas, e a esperança pairava no ar.
Era um bom lar, não era tão doce, mas era a minha bagagem, ali era minha estrada, minha pousada e minha pequena pretensão de se proteger.
Eu aprendi cedo a formalidade, e tinha um certo dom para a tal, e a educação se adaptou e se moldou de forma rápida as minhas palavras e aos meus gestos, eu acho que era um talento, ou simplesmente nasci para ser assim, educado.
Era a terra do sol, mas também da chuva, e dos tempos nublados, e cada qual trazia consigo, uma maneira de se manifestar em mim, nos dias de sol, o sorriso e a alegria, que mais tarde se transformaria em indagação, assim como os dias nublados e os dias de chuva.
Desde pequeno, questionava tudo, pensava em tudo, me pré ocupava, e me ocupava de algo que não fazia parte de mim, pelo menos não, com aquela idade.
Os questionamentos eram dos mais variados, mas não exigia neles, uma eloqüência de respostas, eram mais, passa-tempos, do que filosofia, mais duvidas infantis do que longas teorias sobre o céu e o mar.
Também pudera, não tinha lido o suficiente para fazer tais indagações, e divagações, meu repertorio sobre o ser e não ser era muito vasto, mas a anciã de saber e suprir minhas pequenas duvidas me devoravam cada dia mais.
Eu sempre tive um certo sadismo pelo silencio e pelas palavras,e era esse sadismo o culpado pelas tantas horas passadas,na cama,olhando para o teto,e pensando.Por conta desse sadismo,eu também cresci meio voyieur,passava horas observando,pessoas ao longe,conversarem,e tenta imaginar o que de interessante falavam,ou por que de uma hora e para outra,o silencio ali,se mistificava e virava um semi deus,não vou mentir,ainda tenho certo prazer,em observar pessoas,mas nada que me faca,ser um louco,ou um desvairado,apenas um curioso,sobre o que mais me fascina,o silencio.
Continua...
Era um bom lar, não era tão doce, mas era a minha bagagem, ali era minha estrada, minha pousada e minha pequena pretensão de se proteger.
Eu aprendi cedo a formalidade, e tinha um certo dom para a tal, e a educação se adaptou e se moldou de forma rápida as minhas palavras e aos meus gestos, eu acho que era um talento, ou simplesmente nasci para ser assim, educado.
Era a terra do sol, mas também da chuva, e dos tempos nublados, e cada qual trazia consigo, uma maneira de se manifestar em mim, nos dias de sol, o sorriso e a alegria, que mais tarde se transformaria em indagação, assim como os dias nublados e os dias de chuva.
Desde pequeno, questionava tudo, pensava em tudo, me pré ocupava, e me ocupava de algo que não fazia parte de mim, pelo menos não, com aquela idade.
Os questionamentos eram dos mais variados, mas não exigia neles, uma eloqüência de respostas, eram mais, passa-tempos, do que filosofia, mais duvidas infantis do que longas teorias sobre o céu e o mar.
Também pudera, não tinha lido o suficiente para fazer tais indagações, e divagações, meu repertorio sobre o ser e não ser era muito vasto, mas a anciã de saber e suprir minhas pequenas duvidas me devoravam cada dia mais.
Eu sempre tive um certo sadismo pelo silencio e pelas palavras,e era esse sadismo o culpado pelas tantas horas passadas,na cama,olhando para o teto,e pensando.Por conta desse sadismo,eu também cresci meio voyieur,passava horas observando,pessoas ao longe,conversarem,e tenta imaginar o que de interessante falavam,ou por que de uma hora e para outra,o silencio ali,se mistificava e virava um semi deus,não vou mentir,ainda tenho certo prazer,em observar pessoas,mas nada que me faca,ser um louco,ou um desvairado,apenas um curioso,sobre o que mais me fascina,o silencio.
Continua...
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
A vida secreta do silêncio
A gota do chuveiro
Cai
O sol trabalha em silêncio
Minhas unhas crescem em silêncio.
Aonde minhas palavras caem?
O sol se pos, e não percebemos.
O sol levanta e cai
Com o que minhas palavras vão ao encontro?
E aonde vão se espalhar?
Meus cílios trabalham em silêncio
O espelho reflete em silêncio.
A madeira estala
A água percorre pelos canos
A vida secreta do silêncio.
Cai
O sol trabalha em silêncio
Minhas unhas crescem em silêncio.
Aonde minhas palavras caem?
O sol se pos, e não percebemos.
O sol levanta e cai
Com o que minhas palavras vão ao encontro?
E aonde vão se espalhar?
Meus cílios trabalham em silêncio
O espelho reflete em silêncio.
A madeira estala
A água percorre pelos canos
A vida secreta do silêncio.
Assinar:
Postagens (Atom)