Eu leio suas pequenas cartas
Como se fossem, belos poemas.
E assim, querendo ou não.
Justifico o meu amor
Eu leio suas belas palavras
E faço delas cena
Já não me importo se é o meu primeiro contato
O que importa é que me fazem bem
Não mais me importa o luxo
E não me assusto com o vulgar
Hoje, me limito entre o simples e o belo.
O azar do pouco conhecimento
É causada pela polemica memória de outros dias
E pelo efêmero, das casas, do sol, e da minha pele.
Eu saio do charme
Para entrar do divino
No sagrado altar do amor
Fazendo com que todas palavras absurdas
Se percam na grande eternidade que é a certeza.
domingo, 23 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Ideal
Sabe o que é ideal?
É a sua risada, que completa a minha.
Enquanto a minha recupera o fôlego.
Sabe o que é ideal?
É o seu olhar que completa o meu·enquanto me pego piscando.
Ideal é sua palavra·quando a minha já não encontra resposta.
Ideal é sua certeza·quando a minha fé é questionada.
Sabe o que é ideal?
É a nossa eternidade·quando a noite já é perfeita.
Sabe o que é ideal?
É a sua vida, na minha
Quando eu só existia.
É a sua risada, que completa a minha.
Enquanto a minha recupera o fôlego.
Sabe o que é ideal?
É o seu olhar que completa o meu·enquanto me pego piscando.
Ideal é sua palavra·quando a minha já não encontra resposta.
Ideal é sua certeza·quando a minha fé é questionada.
Sabe o que é ideal?
É a nossa eternidade·quando a noite já é perfeita.
Sabe o que é ideal?
É a sua vida, na minha
Quando eu só existia.
domingo, 25 de novembro de 2007
Retrata a Vida
Retrata a vida
Retraída pelo medo
Distraída pelo pecado
E traída pela morte
Retrata a vida
Tratada como sonho
Trazida como milagre
Levada como pó.
Retrata a vida
Disputada como premio
Vencida como luta
Recompensada como bondade.
Retraída pelo medo
Distraída pelo pecado
E traída pela morte
Retrata a vida
Tratada como sonho
Trazida como milagre
Levada como pó.
Retrata a vida
Disputada como premio
Vencida como luta
Recompensada como bondade.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Aspira a existencia,Assopre vida.
Assopre em minha boca
O mesmo ar que aspira por desejo
Assopre a felicidade em minha boca
O mesmo ar que afaga
Quero os beijos falantes
De quem já não consegue explicar o amor
De quem já se entregou às palavras
E faz do beijo, a comunicação perfeita dos amantes.
Quero te ver dançar
Ao som da eternidade
E te ouvir dizer
Coisas sem nexo
Segure minha mão
Com a mesma intensidade
Que segura seus sonhos
Reina em mim
Com a mesma facilidade
Com que reina na alegria
Assopre em minha boca
A vida
Com o mesmo ar
Que aspira a existência.
O mesmo ar que aspira por desejo
Assopre a felicidade em minha boca
O mesmo ar que afaga
Quero os beijos falantes
De quem já não consegue explicar o amor
De quem já se entregou às palavras
E faz do beijo, a comunicação perfeita dos amantes.
Quero te ver dançar
Ao som da eternidade
E te ouvir dizer
Coisas sem nexo
Segure minha mão
Com a mesma intensidade
Que segura seus sonhos
Reina em mim
Com a mesma facilidade
Com que reina na alegria
Assopre em minha boca
A vida
Com o mesmo ar
Que aspira a existência.
domingo, 11 de novembro de 2007
Ode a Eternidade
O meu eterno, não é o da promessa.
Embora a eternidade seja cúmplice dela.
O meu eterno, não é o da lembrança.
Embora a lembrança de aval a eternidade.
O meu eterno não é o da posse, e muito menos da liberdade.
O meu eterno é o do sonho realizado.
Embora a eternidade seja cúmplice dela.
O meu eterno, não é o da lembrança.
Embora a lembrança de aval a eternidade.
O meu eterno não é o da posse, e muito menos da liberdade.
O meu eterno é o do sonho realizado.
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