Não,Não faça Grama
Não se entregue por Mangueira
Mesmo que esteja sol
Sem o regador
Sem os sete senões
Enfim,Jardim
Não de bola
E seja o que flor.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Chuva
Gosto do som da chuva,que se curva a minha melancolia,e avisa que que Deus esta observando o meu egoismo.
A minha viagem sem volta,nas palavras que salgam a minha boca,um prazer que me atinge como a genialidade do improviso.
Compreendo o mundo,não há tanto mistério na libertação dos poetas loucos que garantem que a vida nao passa de invenção,e não há tanto tédio,nas horas de um dia cinza,que garantem que a morte nao passa de um erro.
Descarto a filosofia dos que fingem inteligencia,mas que sentem como matemáticos.
É previsivel a falta de sabor,quando a ciencia dos frutos,se torna cansativa demais,e quando só temos o nectar puro,em suas definicoes insipidas.
A ciencia devia se guardar,quando o que se é discutido é a tão remota essencia do sentir,quando o que se é sagrado.já está na cruz,todo o seu calculismo de nada vale ser pregado.
Ignoro assim as refeicões que é estuda em quadros e satirizadas em middia,mas glorifico o farelo de um simples alimento.
Não Invejo o persuadir dos que temem a arte,tão pouco os seus discipulos bitolados,os admiro de longe,com uma fascismo sarcastico e desnecessário.
E aqueles que nunca leram um poema,que fique na primeira pedra,pois há muitas no caminho.
É preciso muito mais contradicao em seu conteudo indiferente a emoção,é preciso chorar,se arrepiar e tremar as pernas,assim que a arte nao for politizada.
Só a arte,se explica por si só,só ela é rainha de si,e eu sou só um sudito a ela,nada mais.
As faixadas e faxinas,em um teatro,que se encena o que luxo e o lixo,nesse momento há algo de imprestavel na humanidade,e nao falo da demagogia dos hippies,falo das inverdades,e das sinceridades que conflitam,entre o ego e a latrina.
Presencio o incalculavel,a ciencia exata da humanidade,e ignoro todos os percentuais e numeros,que querem a medida do amor e de outras tantas abstracoes pintadas a dedo.Eu nao quero a ciencia exata,nem o dicionario das verdades absolutas,quero é a liberdade dos loucos e a indisciplina dos genios bem amados,quero a surrealidade dos ceus,e a indiscutivel poesia do ex-estranho.Para que assim,possa envelhecer em sua boca,perder os sentidos em seus sentidos,e ser eterno em voce,meu primeiro e único amor.
Nao quero colocar fogo nos livros,que nos tornam egoistas,e nem carregar o mundo em paginas amarelas,quero carrega-lo na ponta da minha lingua,nao para o mundo me apludir,e nem para chuva se curvar,mas simplesmente para navegar.
É preciso coragem dos deuses,e a perseverança dos homens,é preciso a fe sem a pejoração a que lhe é atribuida.
O mundo precisa de mais afago e menos anologia,de mais paixão e menos metáfora.
Mais uma vez,nao falo da demagogia dos hippies,mas sim dos farelos enquadrados na cozinha.
Me impressiona a falta de romantismo,entre os incredulos pensamentos e lembrancas depositadas em ouvidos,que julgam vida,e ignoram a falta de alibido presente em seu semalhante.
A intimidade do meu caminho é impropria para as vielas do mundo,que só encontram mão,nas suas ruas de farol verde.
Estão se desencantando do mundo,e caindo em diflamação,sem a leviedade da santidade pura.
Estão se esquecendo das pequenas coisas,alinhadas em pequenos trechos,na nova tecnologia.
Não basta saber um poema de cor,há o poema por si,há voce no poema,mas tambem há o poema em voce.
A doutrina que reje o mundo,escondida na arte mais bela.
Economicos de verdade,são aqueles que economizam nas palavras e deixam o coração falar.
As poucas habilidades,em um mundo futil,me deixam sem palavras,a seculos procuro traducoes para os sentimentos,mas acabo por me redimir em uma coisa que nunca perde a tradução para mim,o sentir,e esqueço que fui eu mesmo que pedir o inominavel do viver.
É a vaidade da admiração que investiga o silencio da perda da atencao,que estende entre o caminho o tapete vermelho da falsa modestia.
Você percebe os riscos do tempo,quando se ve no papite da vida.
E onde ficam os sonhos?são só placebo de planos?só uma perfomarce careta televisiva?Ou só a fala baixinha de um existencialista
Os milagres que eram legenda de um drama antigo,hoje recheiam a agenda de uma vida sem peliculas.
Tudo é afirmado,confirmado,ate o conformismo,das palavras que nao encontram razão.
A minha viagem sem volta,nas palavras que salgam a minha boca,um prazer que me atinge como a genialidade do improviso.
Compreendo o mundo,não há tanto mistério na libertação dos poetas loucos que garantem que a vida nao passa de invenção,e não há tanto tédio,nas horas de um dia cinza,que garantem que a morte nao passa de um erro.
Descarto a filosofia dos que fingem inteligencia,mas que sentem como matemáticos.
É previsivel a falta de sabor,quando a ciencia dos frutos,se torna cansativa demais,e quando só temos o nectar puro,em suas definicoes insipidas.
A ciencia devia se guardar,quando o que se é discutido é a tão remota essencia do sentir,quando o que se é sagrado.já está na cruz,todo o seu calculismo de nada vale ser pregado.
Ignoro assim as refeicões que é estuda em quadros e satirizadas em middia,mas glorifico o farelo de um simples alimento.
Não Invejo o persuadir dos que temem a arte,tão pouco os seus discipulos bitolados,os admiro de longe,com uma fascismo sarcastico e desnecessário.
E aqueles que nunca leram um poema,que fique na primeira pedra,pois há muitas no caminho.
É preciso muito mais contradicao em seu conteudo indiferente a emoção,é preciso chorar,se arrepiar e tremar as pernas,assim que a arte nao for politizada.
Só a arte,se explica por si só,só ela é rainha de si,e eu sou só um sudito a ela,nada mais.
As faixadas e faxinas,em um teatro,que se encena o que luxo e o lixo,nesse momento há algo de imprestavel na humanidade,e nao falo da demagogia dos hippies,falo das inverdades,e das sinceridades que conflitam,entre o ego e a latrina.
Presencio o incalculavel,a ciencia exata da humanidade,e ignoro todos os percentuais e numeros,que querem a medida do amor e de outras tantas abstracoes pintadas a dedo.Eu nao quero a ciencia exata,nem o dicionario das verdades absolutas,quero é a liberdade dos loucos e a indisciplina dos genios bem amados,quero a surrealidade dos ceus,e a indiscutivel poesia do ex-estranho.Para que assim,possa envelhecer em sua boca,perder os sentidos em seus sentidos,e ser eterno em voce,meu primeiro e único amor.
Nao quero colocar fogo nos livros,que nos tornam egoistas,e nem carregar o mundo em paginas amarelas,quero carrega-lo na ponta da minha lingua,nao para o mundo me apludir,e nem para chuva se curvar,mas simplesmente para navegar.
É preciso coragem dos deuses,e a perseverança dos homens,é preciso a fe sem a pejoração a que lhe é atribuida.
O mundo precisa de mais afago e menos anologia,de mais paixão e menos metáfora.
Mais uma vez,nao falo da demagogia dos hippies,mas sim dos farelos enquadrados na cozinha.
Me impressiona a falta de romantismo,entre os incredulos pensamentos e lembrancas depositadas em ouvidos,que julgam vida,e ignoram a falta de alibido presente em seu semalhante.
A intimidade do meu caminho é impropria para as vielas do mundo,que só encontram mão,nas suas ruas de farol verde.
Estão se desencantando do mundo,e caindo em diflamação,sem a leviedade da santidade pura.
Estão se esquecendo das pequenas coisas,alinhadas em pequenos trechos,na nova tecnologia.
Não basta saber um poema de cor,há o poema por si,há voce no poema,mas tambem há o poema em voce.
A doutrina que reje o mundo,escondida na arte mais bela.
Economicos de verdade,são aqueles que economizam nas palavras e deixam o coração falar.
As poucas habilidades,em um mundo futil,me deixam sem palavras,a seculos procuro traducoes para os sentimentos,mas acabo por me redimir em uma coisa que nunca perde a tradução para mim,o sentir,e esqueço que fui eu mesmo que pedir o inominavel do viver.
É a vaidade da admiração que investiga o silencio da perda da atencao,que estende entre o caminho o tapete vermelho da falsa modestia.
Você percebe os riscos do tempo,quando se ve no papite da vida.
E onde ficam os sonhos?são só placebo de planos?só uma perfomarce careta televisiva?Ou só a fala baixinha de um existencialista
Os milagres que eram legenda de um drama antigo,hoje recheiam a agenda de uma vida sem peliculas.
Tudo é afirmado,confirmado,ate o conformismo,das palavras que nao encontram razão.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Se escondeu
Sabe aquele medo, quando você se deita. E pensa que aquela sombra da blusa é um monstro enorme? E de tanto medo nem dorme? Pois,é, é o que eu sinto,talvez os medos mudem ao passar dos anos,mas o fato de confundirmos a blusa com o monstro, não. Talvez seja só a minha imaginação. Talvez continue sendo a blusa,mas e coragem de ascender à luz e verificar? E a as vezes que eu ascendi a luz, eu tenho quase certeza que ele se escondeu no armário
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Rima Sarcastica
Sua beleza estética
Seu coração estático
Seu olhar ético
Sua palavra emblemática
Seu amor aritmético
Seu assunto temático
Sua musica ártica
Sua paixão matemática
Minha rima sárcastica
Seu coração estático
Seu olhar ético
Sua palavra emblemática
Seu amor aritmético
Seu assunto temático
Sua musica ártica
Sua paixão matemática
Minha rima sárcastica
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