Eu não conheço o seu nada
Também não prendo o seu oposto
Nunca senti o extremo da sua presença
Nem a totalidade da sua ausência
E não, isso não é negar
Não podes negar o que eu não conheço.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Eletromagnética
Já que não sente nenhuma fração
Nenhuma fricção de minha memória e teu pensamento
Certifique de ser ciência, esse teu andar no meu espaço
Esse teu andar sobre as ondas do que poderia ser nosso mar
Eletricamente fugas
Transitando sobre teus ares inconcebiveis
Recebe de mim a distancia
Para que haja no tempo condições de ser feliz
Para que se transmita o acaso numerológico
para normais que buscam o êxtase
A saudade é eletromagnética, mas em você nada paira.
Nenhuma fricção de minha memória e teu pensamento
Certifique de ser ciência, esse teu andar no meu espaço
Esse teu andar sobre as ondas do que poderia ser nosso mar
Eletricamente fugas
Transitando sobre teus ares inconcebiveis
Recebe de mim a distancia
Para que haja no tempo condições de ser feliz
Para que se transmita o acaso numerológico
para normais que buscam o êxtase
A saudade é eletromagnética, mas em você nada paira.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Amantes
Seu medo não tem pressa
Acalma o instante
meus olhos lhe dirão, se é sono ou se é morte
Desafogue o agito
Nesse teu peito que já não existe espera
Compreendes o mar sem amantes?
A minha terra sem tua deixa, é terra infértil
A sua liberdade não ecoa pois em liberdade se deita
E os escafandristas não exploram o silêncio
E eu não guardo em armários o que não tem validade
Acalma o instante
meus olhos lhe dirão, se é sono ou se é morte
Desafogue o agito
Nesse teu peito que já não existe espera
Compreendes o mar sem amantes?
A minha terra sem tua deixa, é terra infértil
A sua liberdade não ecoa pois em liberdade se deita
E os escafandristas não exploram o silêncio
E eu não guardo em armários o que não tem validade
Ele
Verte o ébrio do equilíbrio
Da vértebra que centra tua segurança
Coluna que é lacuna do seu espaço
Tão reto teu desejo quanto fácil
Teu osso não esconde nenhum descompasso
Teu corpo que anda e desmanda no meu
E meu abraço sem adoração ficara imune a tua loucura
Subsidio de pele na pele dele
Serás dele
A boca que agradece o sossego
O dedo que em riste aponta a cama
E a bandeira da paz hasteada em sua espinha dorsal
Da vértebra que centra tua segurança
Coluna que é lacuna do seu espaço
Tão reto teu desejo quanto fácil
Teu osso não esconde nenhum descompasso
Teu corpo que anda e desmanda no meu
E meu abraço sem adoração ficara imune a tua loucura
Subsidio de pele na pele dele
Serás dele
A boca que agradece o sossego
O dedo que em riste aponta a cama
E a bandeira da paz hasteada em sua espinha dorsal
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Impossível
Não vês o quanto é improvável
Esse teu horizonte ávido por vivencia?
Vocalizando em minha mente só por experiência
Deletérios por deleite
Dilatando as horas, tentando em mim decodificar teu limite
Encostando-se a mim seu elogio eloqüente
Sem previa, apenas me privando da decadência
Não vês o quanto é imprevisível?
Verticalizando toda imprudência
Destreza de esquina, decantando em toda rua.
Esse teu horizonte ávido por vivencia?
Vocalizando em minha mente só por experiência
Deletérios por deleite
Dilatando as horas, tentando em mim decodificar teu limite
Encostando-se a mim seu elogio eloqüente
Sem previa, apenas me privando da decadência
Não vês o quanto é imprevisível?
Verticalizando toda imprudência
Destreza de esquina, decantando em toda rua.
Cópia Fiel
Esse vidro que fica em mim
Como se me cortasse em sua cópia
Como se melodiasse sua essência
Sua boca reinventa a divindade assoviando demônios inofensivos
Esse seu corpo infiel para minhas mãos e incongruente para minha direção
Leva seu corpo para longe do meu e diz que é vontade de deus
Há sempre um pedaço de liberdade em toda apoteose
Consagra teu sangue, é de bom grado ser assim tão solitário
E esse vidro que fica em mim
Pedaço de liberdade que não se despede sem antes me cortar
Como se me fatiasse em sua cópia tetricamente forjada
Emancipa seu vicio e é da tua fome que me enfeitarei
Serei um pedaço seu, o pedaço que nega a morte
O pedaço da estante com flor
E quando se livrar de mim, serei a copia fiel de tua tristeza.
Como se me cortasse em sua cópia
Como se melodiasse sua essência
Sua boca reinventa a divindade assoviando demônios inofensivos
Esse seu corpo infiel para minhas mãos e incongruente para minha direção
Leva seu corpo para longe do meu e diz que é vontade de deus
Há sempre um pedaço de liberdade em toda apoteose
Consagra teu sangue, é de bom grado ser assim tão solitário
E esse vidro que fica em mim
Pedaço de liberdade que não se despede sem antes me cortar
Como se me fatiasse em sua cópia tetricamente forjada
Emancipa seu vicio e é da tua fome que me enfeitarei
Serei um pedaço seu, o pedaço que nega a morte
O pedaço da estante com flor
E quando se livrar de mim, serei a copia fiel de tua tristeza.
Frente
Eu reverencio a tua essência
Reinvento o sossego com a sucessão de formas
Aponte desmonte a mente, apara a transgressão
Imerge, interage, corte a falha que ficou
Rasga tua cor metálica da geometria dos teus passos
É tão fácil ter pés de alumínio enquanto abraço o fastio
E essas pessoas que nos carregam, como submarinos permanecem sem poesia
Querem nos moldar em ondas, nosso força dobradiça
Constrói a dor sem solidão
Rompe o dicionário, transcreve a terapia no meu corpo com palavras sensórias
Dicotomia, somos dois bichos que se mexem sem nenhuma finalidade
Não feche a janela se não morremos.
Reinvento o sossego com a sucessão de formas
Aponte desmonte a mente, apara a transgressão
Imerge, interage, corte a falha que ficou
Rasga tua cor metálica da geometria dos teus passos
É tão fácil ter pés de alumínio enquanto abraço o fastio
E essas pessoas que nos carregam, como submarinos permanecem sem poesia
Querem nos moldar em ondas, nosso força dobradiça
Constrói a dor sem solidão
Rompe o dicionário, transcreve a terapia no meu corpo com palavras sensórias
Dicotomia, somos dois bichos que se mexem sem nenhuma finalidade
Não feche a janela se não morremos.
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