É por livre arbitrio,que habito em voce,me livro das antigos hábitos,para ser uma pessoa renascida,ignora as leis da natureza,em meu coracao a vontade coexiste com a razao,nao sao caminhos antagonicos,apenas se coincidem no capricho.Mesmo que te amar nao fosse uma vantagem,a amaria,como o motivo original de minha crença no amor.É tao demode usar chantavem como ouro,desvantagem desagradavel que nunca sai de moda.Fui instruido a certos modos,mas prefiro ser auto didata na vida,prefiro recirar,á repetir gestos insanos.Calculo,antecipo e rezo,o desejo não é nada mais do que a preservação do futuro,as vezes me auto saboto,sabotagem de uma covardia inerente a minha criacao no mundo.O fato de te esquecer,é por que um dia,vou precisar te amar de novo,e dessa vez o farei,com a maestria dos bons samaritanos.
Comédia Romantica,comedida,cometida pelo acaso ao inverso.Tudo fica muito facil para quem ignora as causas da felicade e as vertentes do desejo,nao me diga que a felicidade é efemera,que lhe direi,que esta desperdicando a vida.Eu confesso,já desperdicei meu orgulho,e meu valor,mas tudo por ingenuidade.Málicia é uma palavra tao feia né?que só os sujos deveriam pronuncia-la.Prefiro a arte,a artemanha.Faço manha,e faço arte,mas artemanha,estou longe dela.Preciso do meu coracao bombardeando sinceridade,Eu preciso reativar a memoria de minha loucura,e deixar o bom senso,ser incenso em qualquer outro lugar,ser musica talvez.
Ah! Meus caros amigos,pois eu,ah,eu ja me cansei do bom senso.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Sou
Sou o manipulador da sorte
Voluvel ao tempo
Integrante real da vida
Sou a doença da má vontade
O castigo da justiça
Nó na garganta do suicida
Sou o que mente paras as preocupacoes
E o que vomita a sincronia
Sou a navalha das horas
A cura infernal da sua indiferenca
O fetiche de sua inseguranca,o murro dos inocentes
Sou a certeza da obrigação
E o ponto fraco da Arte
Me desconstrua,e terá consigo,a vitima perfeita do seu drama
Sou pacifico enquante amante
Mas inquieto na implenitude
Minha sinceridade é surreal,e conm ela converto o trivial
Sou só um personagem
Nao esta vendo?
Voluvel ao tempo
Integrante real da vida
Sou a doença da má vontade
O castigo da justiça
Nó na garganta do suicida
Sou o que mente paras as preocupacoes
E o que vomita a sincronia
Sou a navalha das horas
A cura infernal da sua indiferenca
O fetiche de sua inseguranca,o murro dos inocentes
Sou a certeza da obrigação
E o ponto fraco da Arte
Me desconstrua,e terá consigo,a vitima perfeita do seu drama
Sou pacifico enquante amante
Mas inquieto na implenitude
Minha sinceridade é surreal,e conm ela converto o trivial
Sou só um personagem
Nao esta vendo?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Comprovei
Provei da vida
Previ o medo
Privei a sorte
Vida Aprovada
Previ o medo
Provei da sorte
Vida Aprovada
Previsto o Medo
Previ a sorte
Vida prevista
privei o Medo
comprovei a sorte
Previ o medo
Privei a sorte
Vida Aprovada
Previ o medo
Provei da sorte
Vida Aprovada
Previsto o Medo
Previ a sorte
Vida prevista
privei o Medo
comprovei a sorte
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Assédio
Conheci a tristeza por intermedio da dor
Angustia mediocre,submerso da perda
Dramatico o coracao que fere,só por ferir
prefiro o silencio,do que seu grito
O tédio é um assédio ao meu corpo
e nao há rémedio,que me faça abrir os olhos
sou cético quanto a minha loucura
que é capaz de te envergonhar com tantas lagrimas
Conheci o tédio por intermedio do silencio
Mediocre estado de serenidade
dramatico coracao,subermo irreal
prefiro a falencia de suas palavras,do que a verdade saindo pelos poros
O drama é um assédio ao meu corpo
e nao há remedio que me faca feliz
sou cetico com a minha loucura
que é capaz de me envergonhar,com tantas lagrimas
Angustia mediocre,submerso da perda
Dramatico o coracao que fere,só por ferir
prefiro o silencio,do que seu grito
O tédio é um assédio ao meu corpo
e nao há rémedio,que me faça abrir os olhos
sou cético quanto a minha loucura
que é capaz de te envergonhar com tantas lagrimas
Conheci o tédio por intermedio do silencio
Mediocre estado de serenidade
dramatico coracao,subermo irreal
prefiro a falencia de suas palavras,do que a verdade saindo pelos poros
O drama é um assédio ao meu corpo
e nao há remedio que me faca feliz
sou cetico com a minha loucura
que é capaz de me envergonhar,com tantas lagrimas
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
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